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	<title>:: RedeComercial 2012 ::</title>
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		<title>Pequenas empresas faturam 8,1% mais no 1º tri</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:26:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gerente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Comercial]]></category>

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		<description><![CDATA[Pequenas empresas faturam 8,1% mais no 1º tri Os micro e pequenos negócios faturaram 6,4 bilhões de reais a mais do que no mesmo período do ano passado Priscila Zuini, de São Paulo – A pesquisa Indicadores Sebrae-SP, divulgada hoje, mostrou que as pequenas empresas de São Paulo estão em crescimento. No primeiro trimestre de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Pequenas empresas faturam 8,1% mais no 1º tri</h1>
<h2>Os micro e pequenos negócios faturaram 6,4 bilhões de reais a mais do que no mesmo período do ano passado</h2>
<div></div>
<div><img src="http://exame0.abrilm.com.br/assets/pictures/24256/icon_priscila-zuini2.jpg?1298031508" alt="Icon_priscila-zuini2" width="55" height="45" /></div>
<div><a href="http://exame.abril.com.br/jornalistas/priscila-zuini">Priscila Zuini</a>, de <a href="http://exame.abril.com.br/" target="blank"><img src="http://exame0.abrilm.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" alt="" /></a></div>
<p>São Paulo – A pesquisa Indicadores Sebrae-SP, divulgada hoje, mostrou que as <strong><a href="http://exame.abril.com.br/topicos/pequenas-empresas" target="_blank">pequenas empresas</a></strong> de São Paulo estão em crescimento. No primeiro trimestre de 2012, estes negócios tiveram um aumento de 8,1% no faturamento, o que representa 6,4 bilhões de reais a mais em relação ao mesmo período do ano passado.</p>
<p>Juntas, as micro e pequenas empresas paulistas faturaram 85,4 bilhões de reais. Na análise do diretor superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano, com o crescimento da renda e juros básicos menores, o nível de atividade da economia deve crescer no segundo semestre.</p>
<p>O executivo aconselha as empresas a se prepararam para faturar alto em datas aquecidas para o comércio, como Dia das Mães e o Dia dos Namorados.</p>
<p>Na divisão por setores, o comércio se saiu melhor, com crescimento de 11% na receita. O setor de serviços cresceu 8,5% e a indústria recuou 0,6%.</p>
<p>Mesmo assim, as mudanças macroeconômicas têm sido bem vistas pelos empresários. Metade dos entrevistados diz que espera uma estabilidade para o faturamento da empresa nos próximos seis meses.</p>
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		<title>De furacão a concorrentes, como as empresas preveem o imprevisível</title>
		<link>http://www.redecomercial.com.br/de-furacao-a-concorrentes-como-as-empresas-preveem-o-imprevisivel/</link>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gerente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Comercial]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é preciso uma bola de cristal para se preparar para o risco, segundo Prakash Mirchandani, da Universidade de Pittsburgh Daniela Barbosa, de São Paulo – Nem sempre é possível adivinhar quando um furacão, um novo concorrente ou a variação do câmbio ocorrerão – com as previsíveis dores de cabeça que causam. Mas, mesmo assim, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Não é preciso uma bola de cristal para se preparar para o risco, segundo Prakash Mirchandani, da Universidade de Pittsburgh</h2>
<div></div>
<div><img src="http://exame3.abrilm.com.br/assets/pictures/52452/icon_daniela-barbosa.jpg?1331830928" alt="Icon_daniela-barbosa" width="55" height="45" /></div>
<div><a href="http://exame.abril.com.br/jornalistas/daniela-barbosa">Daniela Barbosa</a>, de <a href="http://exame.abril.com.br/" target="blank"><img src="http://exame0.abrilm.com.br/assets/sources/1/content_assinatura-examecom.png?1297174672" alt="" /></a></div>
<p>São Paulo – Nem sempre é possível adivinhar quando um furacão, um novo concorrente ou a variação do câmbio ocorrerão – com as previsíveis dores de cabeça que causam. Mas, mesmo assim, dá para reduzir bastante seu  impacto, se as empresas estiverem preparadas. Esta é a avaliação de Prakash Mirchandani, especialista de <a href="http://www.exame.com.br/topicos/gestao" target="_blank"><strong>gestão</strong></a> de risco e professor da universidade americana de Pittsburgh.</p>
<p>Em recente visita ao Brasil, Mirchandani falou com exclusividade a EXAME.com sobre como as companhias  podem ter sucesso, desde que não percam de vista o que pode ameaçá-las. Veja, a seguir, os principais trechos da entrevista:</p>
<p><strong>EXAME.com: Na prática, para que serve a gestão de risco?<br />
Prakash Mirchandani: </strong>A função da gestão de risco é minimizar o impacto negativo de estímulos externos e internos nos lucros das companhias. Temos pouco ou nenhum controle sobre alguns desses estímulos. Por exemplo, a utilização de componentes comuns em vários modelos da Toyota e Lexus levou a um recall maciço em 2010, devido a um defeito de fabricação. O uso de componentes comuns em diversos modelos é uma estratégia geralmente recomendada. No entanto, no caso da Toyota, isso levou a um grande recall.</p>
<p><strong>EXAME.com: As companhias devem promover gestão antes que os riscos aconteçam?<br />
Mirchandani: </strong>Absolutamente. Planejamento de contingência ou planejamentos feitos hoje para se antecipar às incertezas do amanhã são fundamentais para a gestão eficaz dos riscos. Em muitos casos, a menos que tenhamos feito o planejamento de antemão, podemos não ter tempo para tomar uma ação corretiva após o imprevisto ocorrer. As coisas acontecem tão rapidamente que o tempo para responder é limitado.</p>
<div>
<p>Divulgação</p>
<p><img title="Prakash Mirchandani, especialista de gestão de risco e professor da universidade americana de Pittsburgh" src="http://exame.abril.com.br/assets/pictures/55886/size_220_Prakash_Mirchandani_especialista_de_gest%C3%A3o_de_risco_e_professor_da_universidade_americana_de_Pittsburgh.jpg" alt="Prakash Mirchandani, especialista de gestão de risco e professor da universidade americana de Pittsburgh" width="220" height="315" />Prakash Mirchandani, especialista de gestão de risco e professor da universidade americana de Pittsburgh</p>
</div>
<p><strong>EXAME.com: O senhor se lembra de algum exemplo positivo nesse sentido?<br />
Mirchandani:</strong> A <a href="http://www.exame.com.br/topicos/bayer" target="_blank"><strong>Bayer</strong></a> tem uma importante unidade instalada em Baytown, no Texas. Baytown fica em uma área propensa a furacão. A companhia tem planejado de antemão quais as medidas que tomar, se um furacão surgir. Além disso, definiu uma &#8220;zona vermelha&#8221;, ou seja, uma área em que o impacto dos furacões pode ser sentido. Todos os anos, durante a temporada de furacões, eles movem as atividades de distribuição para fora da zona vermelha, para que as entregas aos clientes não sejam afetadas.</p>
<p><strong>EXAME.com: Mas por que o exemplo da Bayer é tão bem-sucedido?<br />
Mirchandani:</strong> Porque eles têm um processo de planejamento de riscos bem desenvolvido, com reuniões regulares em que os executivos discutem todos os fatores que afetam o nível de risco. Os fatores de risco são monitorados de forma multidimensional. Cada fator é avaliado ao longo da escala de impacto.</p>
<p><strong>EXAME.com: Isso vale para todas as companhias?<br />
Mirchandani: </strong>Devemos também ter em mente &#8211; e isso é crítico! &#8211; que a avaliação de fatores de risco, considerando essas dimensões, é dinâmica e não estática. Fatores que não são arriscados hoje podem se tornar amanhã e vice-versa.</p>
<hr />
<p><strong>EXAME.com: Como e por que os riscos surgem?<br />
Mirchandani: </strong>O risco surge devido a várias razões, tais como a configuração de rede da cadeia de abastecimento, tecnologia, concorrência, mercado, catástrofes naturais, etc. Tudo isso tem que ser monitorado de forma contínua.</p>
<p><strong>EXAME.com: O senhor poderia dar exemplos de empresas que fracassaram por não dar importância à gestão de risco?<br />
<strong>Mirchandani: </strong></strong>Considere o exemplo da Nokia, que era líder no mercado de celular de massa, e do Blackberry, que detinha a maior participação no mercado de smartphones. A <a href="http://www.exame.com.br/topicos/nokia" target="_blank"><strong>Nokia </strong></a>não viu ou, pelo menos, demorou para reagir ao risco de mudança de tecnologia. A Nokia foi extremamente lenta na resposta. Então, eles não viram os riscos com a mudança de desejos do mercado. O resultado líquido é que a Nokia perdeu sua posição de número um para a Samsung. Isto se deve à falta de análise do risco competitivo.</p>
<p><strong>EXAME.com: E a RIM, criadora do Blackberry?<br />
Mirchandani: </strong>A RIM (<strong><a href="http://www.exame.com.br/topicos/rim" target="_blank">Research in Motion</a></strong>) interpretou mal o risco da tecnologia: como se viu, a empresa assumiu incorretamente que usuários corporativos de smartphones iriam preferir o teclado físico em vez do touchscree (interface oferecida pelo iPhone). Isso não era para ser e a RIM está em 4º lugar no mercado de smartphones.</p>
<p><strong>EXAME.com: Os riscos estão em todos os lugares? Como prevê-los?<br />
Mirchandani: </strong>O ponto é que cada empresa enfrenta o risco devido a uma série de fatores diferentes. Claro que há risco devido a um desastre natural, mas também existem riscos devido a tecnologias disruptivas, abrindo espaço para a concorrência e mudando os gostos do mercado. Alguns deles podem começar de forma pequena, mas, se não houver resposta rápida e eficaz, podem devorar as vendas. Para uma empresa alcançar o sucesso, seus executivos devem estar cientes destes e de outros elementos de risco.<br />
<strong><br />
EXAME.com: As empresas estão preocupadas com a gestão de riscos? Ou a grande maioria ainda não se deu conta da importância disso?<br />
Mirchandani: </strong>Creio que as empresas estão mais conscientes da importância de gerir os riscos de suas cadeias de abastecimento do que uma década atrás. E há uma necessidade urgente de ser assim.<br />
<strong><br />
EXAME.com: No Brasil, esse tipo de gestão está sendo priorizada pelas companhias?<br />
Mirchandani:</strong> Acredito que sim. Com a globalização das cadeias de abastecimento, veio também o compartilhamento de informações e aprendizagem. Minhas discussões com os alunos do programa de MBA Executivo, na Universidade de Pittsburgh, parecem indicar que os executivos do setor privado no Brasil levam a sério a gestão de risco.<br />
<strong><br />
EXAME.com: Existe alguma área no Brasil que precisa de atenção?<br />
Mirchandani: </strong>Como anfitrião da Copa do Mundo e Olimpíada, o Brasil está enfrentando um grande desafio no que diz respeito ao gerenciamento do risco de atrasos no projeto e custos. Quanto maior for a empresa, maior é o risco. Resta ver se o Brasil será capaz de seguir o exemplo e realizar a Olimpíada de forma impecável como aconteceu na última edição em Pequim, na China.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/de-furacao-a-concorrentes-como-as-empresas-preveem-o-imprevisivel" target="_blank">http://exame.abril.com.br/negocios/gestao/noticias/de-furacao-a-concorrentes-como-as-empresas-preveem-o-imprevisivel</a></p>
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		<title>Demonstrações Financeiras Históricas e Banco de Dados</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 18:03:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gerente</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dados Operacionais e Financeiros Demonstrações Financeiras Históricas e Banco de Dados A BM&#38;FBOVESPA disponibiliza as Demonstrações Financeiras Históricas e o banco de dados no formato XLS (Excel) para facilitar a utilização desses dados. No entanto, a Bolsa não se responsabiliza pela utilização ou alterações das informações após o download do arquivo em XLS (planilha). Documentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Dados Operacionais e Financeiros</p>
<p>Demonstrações Financeiras Históricas e Banco de Dados</p>
<p>A BM&amp;FBOVESPA disponibiliza as Demonstrações Financeiras Históricas e o banco de dados no formato XLS (Excel) para facilitar a utilização desses dados.</p>
<p>No entanto, a Bolsa não se responsabiliza pela utilização ou alterações das informações após o download do arquivo em XLS (planilha).</p>
<p><strong>Documentos</strong></p>
<p><a href="http://ri.bmfbovespa.com.br/upload/portal_investidores/pt/comunicados_noticias/noticias_corporativas/Demonstra%C3%A7%C3%B5es_Financeiras_-_Financial_Statements.xls" target="_blank">Demonstrações Financeiras Históricas </a><span style="text-decoration: underline;"><br />
<a href="http://ri.bmfbovespa.com.br/upload/portal_investidores/pt/comunicados_noticias/noticias_corporativas/Banco%20de%20dados_Operational%20Figures_Abril_2012.xlsx" target="_blank">Banco de Dados de abril de 2012</a></span></p>
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		<title>Rede Comercial &#8211; 2012</title>
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		<pubDate>Tue, 08 May 2012 17:58:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>gerente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Comercial]]></category>

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		<description><![CDATA[Agora esta mais que confirmado o retorno da Rede Comercial ao mercado. O site proporcionou por varios anos um tremendo network e geração de inumeros negócios gerando lucro e receita a pequenas e grandes empresas bem como ao prestador de serviço. Não fique fora desta&#8230; cadastre-se agora mesmo e seja bem vindo a Rede Comercial. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora esta mais que confirmado o retorno da Rede Comercial ao mercado.</p>
<p>O site proporcionou por varios anos um tremendo network e geração de inumeros negócios gerando lucro e receita a pequenas e grandes empresas bem como ao prestador de serviço.</p>
<p>Não fique fora desta&#8230; cadastre-se agora mesmo e seja bem vindo a Rede Comercial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Atenciosamente</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Diretoria e todos os colaboradores.</p>
]]></content:encoded>
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